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Privacidade e Segurança de Dados na Operação de Aluguéis

A operação de aluguéis gera dados sensíveis: fotos que revelam a localização do imóvel, instruções de acesso, dados de prestadores e registros financeiros. Tratar isso com descuido é um passivo; tratar bem é um argumento de venda.

Os riscos específicos dessa operação

jamais pode deixar um anfitrião ver os dados de outro.

controle de acesso e trilha de auditoria.

Uma abordagem em camadas

  1. Isolamento por workspace — cada registro restrito a um workspace; acesso não

autorizado é recusado.

  1. Criptografia em repouso — arquivos guardados cifrados, não em texto puro.
  2. URLs assinadas e com validade — links de arquivo não podem ser

compartilhados ou adivinhados indefinidamente.

  1. Remoção de metadados — EXIF/GPS retirados das imagens no envio.
  2. Log de auditoria à prova de adulteração — cada acesso a arquivo registrado

em um log somente-adição encadeado por hash.

Papéis e responsabilidades

Sob a LGPD e o GDPR, o anfitrião normalmente é o controlador dos dados e a plataforma de operação é a operadora. A separação clara de papéis e o tratamento documentado importam tanto quanto os controles técnicos.

Como o Maravo resolve isso

O Maravo aplica isolamento por workspace, criptografa os envios em repouso, entrega-os por URLs assinadas de curta duração, remove EXIF/GPS e registra cada acesso a arquivo em uma cadeia somente-adição à prova de adulteração — com o enquadramento de LGPD/GDPR em que o anfitrião é controlador e o Maravo é operador.

Perguntas frequentes

Quem consegue ver as fotos de um imóvel? Apenas membros do workspace daquele imóvel com os papéis apropriados; o acesso é restrito e registrado.

Atualizado em: 2026-07-05